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Santa Brígida

Datos geográficos. Com uma superfície de 23,81 quilómetros quadrados, Santa Brígida situa-se na metade nordeste da ilha de Gran Canaria, desenvolvendo-se desde a quota dos 350 metros do cauce de Guiniguada até os 900 metros das ladeiras de Pino Santo. A Vila de Santa Brígida é um dos municípios grancanários que oferecem maior diversidade paisagística, mas sobretudo, uma grande variedade de flora. De facto, o seu núcleo urbano encontra-se ao lado de um barranco com belos palmerais, origem da sua toponimia prehispânica: Sataute. Actualmente, em Santa Brígida misturam-se um passado agrícola e um presente residencial, ao ser o território preferido de aqueles que aspiram viver em suntuosas casas evivendas afastadas da grande urbe na que se convertiu a capital da ilha. A este contribuiu positivamente a feracidade destas terras, onde quase todos os topónimos fazem alusão ao seu passado de grande extensões de plantas autóctonas: Monte Lentiscal, Olivas, Madroñal, Pino Santo... A zona de La Atalaya é uma antiga povoação de casas excavadas nas covas, que na actualidade apesar do desenvolvimento mantém viva a tradição alfareira. Muito perto encontra-se o campo de golfe e a caldeira de Bandama, cráter vulcânico de 1 quilómetro de boca, cuja melhor vista se consegue desde o mirador do mesmo nome a 574 m. de altitude, desde onde também se ve las Vegas, a capital da ilha e o município de Telde.

Historia. O município de Santa Brígida sofreu diversas mudanzas na sua propria denominação ao longo da história. Assim Sataute, que significa “palmeira”, era a denominação aborigen. Outros nomes que igualmente receberam são: El Lugar de la Vega, La Vega, Vega de Abajo, Vega de San Antonio e, por último, Santa Brígida ou Villa de Santa Brígida. Os aborígenes canários sobreviveram neste município utilizando o bosque como médio de subsistência: para obter lenha para os seus fornos de cerâmica e as suas fogueiras, e madeira para as suas ferramentas e utensílios. Assim se reflecte nos jazigos arqueológicos da vila, como La Atalaya e Cueva dos Canários. A vila de Santa Brígida, passou a formar parte da história de Canárias, ao ter sido capital e quartel geral da ilha durante uma semana, que foi o tempo que se demorou em derrotar e expulsar o exército holandês capitaneado pelo almirante Pieter Van Der Does. Santa Brígida foi fundada em princípios do século XVI. Após a conquista da ilha de Gran Canaria, la Vega é um dos primeiros municípios que procede à repartição de terras e águas, já que dispunha de aguas abundantes e boas terras e, por outro lado, não estava muito longe da capital. Estas condições resultaram muito atractivas no momento de colonizar os seus terrenos. Muito cedo produziu-se a gestação de uma nova paisagem. A produção vinitícula com as suas adegas e lagares, irão-se convertendo no protagonista da economia de Santa Brígida. Apesar da hegemonia da vinha, plantaram-se outros cultivos, como o cereal, base fundamental da dieta alimentária dos séculos modernistas, ou a cana de açúcar, producto que no século XVI ocupou grande parte dos campos de cultivo. Santa Brígida converteu-se assim num dos lugares mais atraentes, dado que as condições climáticas e a capacidade productiva da terra, a situam como um núcleo populacional importante. No século XVII produziu-se um importante aumento da população, mantendo-se esta tendência durante os séculos posteriores.

Festas. A principal e a mais antiga festa do município é a Festa em Honra a Santa Brígida, patroa da Vila. O primeiro sábado de agosto leva-se a cabo uma romeria-oferecia, que se remonta ao ano 1957. Neste acto festivo participam todos os bairros da Vila com carroças enfeitadas com motivos típicos e com romeros, magos e parrandas. Por outro lado, a festividade de San Antonio, que se celebra no dia 13 de Junho, destaca-se pelos diferentes actos, mas sobretudo pela FLORA BRÍGIDA , exposição de flores, plantas e pássaros que se vem celebrando desde 1.975

 
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