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San Bartolomé de Tirajana

Datos geográficos. O término municipal de San Bartolomé de Tirajana ocupa uma superfície de 33.500 Has. (335 Km2). De forma triangular, a sua vértice encontra-se no interior da ilha, a uma altitude de 1900 m, e a sua largura base coincide com o limite sul de Gran Canaria. É o município com maior superfície da ilha, cubrindo mais de uma quinta parte, exactamente um 21,86%. Devido ao seu tamanho, participa nas grandes unidades de relevo de Gran Canaria. A capital do município, San Bartolomé, cujo nome aborigen era Tunte, está situada na que se denominou ao longo da história“La Caldera de Las Tirajanas”. A maior parte do município está formado pela vertente sul por um grande vulcão fonolítico, do qual só se conserva a parte sul e oeste e que, provávelmente, nas épocas anteriores, ocupou toda a ilha.

Historia.Aquele que hojee m dia conhecemos como o município de San Bartolomé de Tirajana era, até quase a metade do século passado, um amplio condado aonde viviam agricultores, pescadores e pastores. Durante a sua etapa aborigen, Tirajana e La Aldea de Tunte pertenceram ao Reino de Telde, governados pelo monarca Bentejuí, o guanarteme. Tirajana, junto con Tirma, era um dos refúgios sagrados onde existiam templos para ritos e cerimónias. Em 1479, durante a conquista, um importante regimento castelhano sufreu uma grande derrota na batalha de La Caldera. Casualmente, a batalla se produziu um 24 de Agosto, festividade de San Bartolomé, santo a que os castelhanos imploraram a sua protecção. Daqui surgiu el culto e devoçao a este apóstolo, além do copatronado da Vila. Em 1480, um ano depois, quando a ilha de Gran Canaria practicamente se encontrava sob o domínio total da Coroa, os antigos canários, acorralados, decidiram esconder-se na fortaleza de Ansite, último bastião da resistência aborigen. Perante a ideia de ser apressados, torturados e esclavizados, os antigos canários decidiram desprender-se das suas vidas, arojando-se pelo Barranco de Ansite em 1484.

Durante a conquista, a ilha experimentou uma extraordinária metamorfose, constituindo-se uma administração, uma economia sólida, e uma nova sociedade. Porém, durante os três longos séculos, a ilha de Gran Canaria viu-se perante diversos ataques de corsários e piratas, encabeçados por Sir Francis Drake e Pieter Van Der Does. Decorria o ano 1599. Passada esta época de tormentas e batalhas românticas, já em 1813, San Bartolomé de Tirajana ficou constituido como câmara municipal. A sua economia baseava-se no cultivo da cana de açúcar, cultivos de cereais, tabaco e árvores frutais.

Hoje, Maspalomas Costa Canaria encontra-se num lugar único que cautiva a quem o visita por primeira vez. As dunas, com a sua parte de praia, foram propiedade do Estado e, junto à Charca, foi concedido pela sua majestade Felipe III a D. Mateo Pérez de Villanueva, capelo real e familiar do Santo Oficio, padre de Agüimes e Tirajana, no ano 1600. Em 1960, como consequência da organizaçao de um concurso internacional para a urbanização da horta “Elvira”, nasce o projecto de urbanizar Maspalomas, Maspalomas Costa Canaria. No concurso inscreveram-se 141 projectos, nacionais e internacionais. O primeiro prémio foi ganhado por S.E.T.A.P. Em Outubro de 1962, coincidindo com o ‘boom’ turístico, começam os trabalhos na zona de San Agustín.

Actualmente, Maspalomas Costa Canaria encontra-se custodiada pela visão esbelta da torre do faro que, desde o alto, vê como o ouro da sua fina areia nasce a beira do Oceano Atlântico. A fascinação das suas praias quentes, a tranquilidade das suas águas e a sensibilidade da paisagem, estimulam o desejo de voltar.

Festas.Este município está plageado de núcleos de poulação que têm uma situação geográfica bastante distante uns dos outros. É por isso que as festas patronais e populares de cada um dos seus povos contam com uma idiosincrasia e particularidades diferentes entre si, com as suas respectivas festas locais, entre as que se destacam as seguintes:

Festas de Santiago Apóstol, que se converteram num encontro obrigatória para todos os ilhenos, que acudem a Tunte por estas datas do mês de Julho, bem pela tradição ou bem guiados pela fé com os seus votos de promessas. São de especial relevância auqelas festas que coincidem com o ano Santo Jacobeo. Os actos a ressaltar são os actos religiosos e cívicos que coincidem com o dia 25 de Julho. Mas no transcurso das festas, têm lugar outros actos de especial importancia pelo seu conteúdo etnográfico e tradicional, como a Romeria de Santiago el Chico, ou Tenderetunte, acto de convivência popular na que se exaltaram os costumes do tirajanero e a identidade do povo canário, além da feira de Gado.

Festas Patronais de Maspalomas em Honra a San Fernando. Caracterizam-se pela capacidade convocatória que tem, que aglutina aos cidadãos do lugar, turistas e gentes de todas as ilhas de Gran Canaria. Devido a essa afluência de gente, as festas de San Fernando contam com a instalação feiral mais extensa e complexa da ilha. Durante quase quinze dias, atracçoes feirais para adultos e crianças, mesões, bares e roulottes, onde encontrará qualquier diversão e ocupação, invadem cada canto disponível e poderá povar os productos típicos, tanto canários, como de cada uma das regies espanholas.

Festas de San Bartolomé. Celebram-se em San Bartolomé de Tirajana durante a segunda quinzena de Agosto. São umas festas simpels, cheias de conteúdo e de sabor típico dos costumes dos povos tradicionais da ilha de Gran Canaria. A sua actividade principal centra-se no dia 24, festividade de San Bartolomé, que costuma ser feriado de carácter local no município tirajanero.

Festa de Albaricoque. Celebram-se en Fataga, o povo do município de San Bartolomé que melhor soube conservar o sabor típico da identidade do povo canário, o que se reflecte nas festas, com as suas amostras de artesanato e costumismo. Celebram-se na última semana de Abril e na primeira de Maio. O seu patrão é San José, e também se celebra durante o mês de Março.

Além destas festas locais, o municipio acolhe o festival regional de Folclore de Maspalomas nasce no ano 1980, pelo que actualmente é o mais antigo destas características que se celebra no Arquipélago Canário. A primeira celebração deste festival costuma coincidir com o primeiro sábado do mês de Junho de cada ano.

 
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